O eterno mito/lenda que muitos dizem não existir, não sei se por nunca terem percebido a real essência do Amor (ou aquilo que eu acho ser a real essência), ou se por acharem que não é suficientemente mágico, como pintam nos filmes e nas histórias de encantar.
Esta semana ouvi novamente "o Amor não existe, o que existe é uma amizade duradoura entre duas pessoas que se gostam", já não é a primeira vez que oiço isto, mas acho que isso também é parte do Amor, o Amor é isso e mais ainda. A magia do Amor não está numa segunda pessoa que aparece e tcha-nã! Agora vejo arco iris e estrelas cadentes e borboletas a voar na barriga! A verdadeira magia está em cada um de nós, que é mais, ou menos, apaixonado pela Vida, e que por conseguinte há-de ver numa relação a dois uma magia que já existia, ainda mais ampliada.
Ou como dizia o Carlos "Amor e uma cabana já era, agora é mais Amor e Ritz!" e viva os diamantes da Tiffany's!
He he he
28.11.07
25.11.07
Abstracções despretensiosas
Vermelho quente rasgado sobre branco pálido.
Amarelo ácido e azedo com raspas limadas.
Verde esperançoso de um mar sem fim.
Rosa apaixonado por cheiros coloridos.
Azul melancólico de noites insonoras.
Palete de emoções descritas em tons de loucura solta.
Amarelo ácido e azedo com raspas limadas.
Verde esperançoso de um mar sem fim.
Rosa apaixonado por cheiros coloridos.
Azul melancólico de noites insonoras.
Palete de emoções descritas em tons de loucura solta.
20.11.07
18.11.07
Ponto final
És uma droga. Sim, uma droga! Uma daquelas que estragam, que nos corroem por dentro e deixam um profundo vazio, tudo em troca de curtos momentos de euforia e prazer. Cansei-me de te querer. Vou-me reabilitar de ti. Quero ser muito mais que este conjunto de nadas quentes.
Hoje sou muito mais que isso.
Hoje sou muito mais que isso.
16.11.07
Friday !!!
Finalmente é sexta feiraaaa! No final desta semana de trabalho tenho a contar um "daqueles" episódios que me são tão característicos, que nada teve a ver com o trabalho!
A meio desta semana, tive que ir à procura da prenda ideal para a minha avó paterna, e assim foi, procurei nas lojas que poderiam ter a prenda que pretendia e lá encontrei. Já a caminho da saída passei em frente à papelaria/livraria e lembrei-me de comprar umas revistas. Entrei muito decidida (não gosto de perder tempo com coisas que não me interessam, ao contrário da minha mãe...) agarrei nas duas revistas que queria e quando olho para a minha mãe, estava com aquele ar de quem ía dar uma vista de olhos noutras coisas antes de comprar qualquer coisa. Eu aproveitei a deixa (já que ía ter de esperar mesmo) e vi uma revista que parecia apelativa na última prateleira (aquela prateleira a que só se chega em biquinhos dos pés!!), como acho sempre que sou auto suficiente e independente e tudo e tudo, lá me estiquei toda para agarrar a dita (e é aqui que começa o ridículo da história!), conforme a agarro com a mão direita, a revista que estava à frente começa a desmaiar para cima de mim, como não tinha a mão esquerda disponível porque estava com o saco da prenda da avózinha, para evitar que as revistas começassem a desmoronar por ali abaixo, prendi a outra com a minha cabeça (número de circo! Figuras tristes que eu faço!) e já em desespero de causa, chamei baixinho para ver se passava despercebida... (tarefa quase impossível!) :" Mãeeee..." que me ignorou por completo! Foi neste instante que uma alminha caridosa, não muito mais alta que eu, se esticou e colocou a revista desmaiada de volta no sítio. Corei, cheia de vergonha da figura que tinha acabado de fazer e olhei em volta para ver se alguém tinha reparado... e eis que dois homens de estatura baixa se começam a rir entre dentes, e a minha mãe na dela... não te conheço! Fiquei furibundjas! Se eles ainda fossem mais altos e tivessem tido a delicadeza de me ajudar, ainda podiam esboçar um sorrisinho malandro, mas uns meias lecas a gozar com a minha situação?! Há com cada um...
Ainda por cima a revista era alemã e nem era assim tão interessante, tanto trabalho para nada!
Enfim, episódios dos meus. Eu bem digo que a minha vida dava uma autêntica comédia!
Bom fim de semanaaaa! :)
A meio desta semana, tive que ir à procura da prenda ideal para a minha avó paterna, e assim foi, procurei nas lojas que poderiam ter a prenda que pretendia e lá encontrei. Já a caminho da saída passei em frente à papelaria/livraria e lembrei-me de comprar umas revistas. Entrei muito decidida (não gosto de perder tempo com coisas que não me interessam, ao contrário da minha mãe...) agarrei nas duas revistas que queria e quando olho para a minha mãe, estava com aquele ar de quem ía dar uma vista de olhos noutras coisas antes de comprar qualquer coisa. Eu aproveitei a deixa (já que ía ter de esperar mesmo) e vi uma revista que parecia apelativa na última prateleira (aquela prateleira a que só se chega em biquinhos dos pés!!), como acho sempre que sou auto suficiente e independente e tudo e tudo, lá me estiquei toda para agarrar a dita (e é aqui que começa o ridículo da história!), conforme a agarro com a mão direita, a revista que estava à frente começa a desmaiar para cima de mim, como não tinha a mão esquerda disponível porque estava com o saco da prenda da avózinha, para evitar que as revistas começassem a desmoronar por ali abaixo, prendi a outra com a minha cabeça (número de circo! Figuras tristes que eu faço!) e já em desespero de causa, chamei baixinho para ver se passava despercebida... (tarefa quase impossível!) :" Mãeeee..." que me ignorou por completo! Foi neste instante que uma alminha caridosa, não muito mais alta que eu, se esticou e colocou a revista desmaiada de volta no sítio. Corei, cheia de vergonha da figura que tinha acabado de fazer e olhei em volta para ver se alguém tinha reparado... e eis que dois homens de estatura baixa se começam a rir entre dentes, e a minha mãe na dela... não te conheço! Fiquei furibundjas! Se eles ainda fossem mais altos e tivessem tido a delicadeza de me ajudar, ainda podiam esboçar um sorrisinho malandro, mas uns meias lecas a gozar com a minha situação?! Há com cada um...
Ainda por cima a revista era alemã e nem era assim tão interessante, tanto trabalho para nada!
Enfim, episódios dos meus. Eu bem digo que a minha vida dava uma autêntica comédia!
Bom fim de semanaaaa! :)
Lufa lufa!
Há dias que mais parecem ter 12 horas em vez de 24! Um corre corre impossível, o telemóvel incansável e o trabalho que se vai multiplicando. Hoje só quero descansar... passaram-me com o rolo da massa por cima e eu nem vi!
12.11.07
Histórias de acordar
Era uma vez uma menina, frágil, conservada em vazios escuros e intemporais de mundos que não existem, fora raptada dum livro de conto de fadas e ninguém tivera a coragem de lho revelar, o mundo em que vivia já não o cor de rosa, era o real, o crú, com momentos cinzentos, ocres, escuros, com rasgos de arco iris cintilantes e chuvas de estrelas ocasionais.
Era uma menina dócil, de olhos faladores e atentos, mas não se permitia ao maior prazer da vida... viver como se cada dia fosse o último neste mundo tão àspero, preferia repetir mais do mesmo, dias e dias sem conta, castrando-se a qualquer liberdade, limitando-se às rotinas de sobrevivência e convencendo-se a si mesma, que não merecia mais, que a vida dela estava destinada a ser para todo o sempre assim, um dia após o outro, como se duma penitência se tratasse, encarcerada na sua masmorra de faz de conta. Este era o fardo que teria de carregar até ao fim dos seus dias, por não querer descobrir que afinal, o mundo real também tem momentos cor de rosa...
...E viveram felizes na incerteza do amanhã...
Era uma menina dócil, de olhos faladores e atentos, mas não se permitia ao maior prazer da vida... viver como se cada dia fosse o último neste mundo tão àspero, preferia repetir mais do mesmo, dias e dias sem conta, castrando-se a qualquer liberdade, limitando-se às rotinas de sobrevivência e convencendo-se a si mesma, que não merecia mais, que a vida dela estava destinada a ser para todo o sempre assim, um dia após o outro, como se duma penitência se tratasse, encarcerada na sua masmorra de faz de conta. Este era o fardo que teria de carregar até ao fim dos seus dias, por não querer descobrir que afinal, o mundo real também tem momentos cor de rosa...
...E viveram felizes na incerteza do amanhã...
9.11.07
7.11.07
Memórias
Hoje dei por mim a relembrar episódios pesudo-românticos da minha existência... com um sorriso parvo na cara. Estranho como depois de correr tanta água debaixo da ponte, algumas histórias que acabaram por ser amargas, ainda guardam alguma da sua doçura, é sempre bom concluir que no final o saldo foi positivo!
Desde a história louca da GNR às 2h da manhã, até ao primeiro beijo que foi recusado, mas que depois soube melhor enquanto o sol nascia na praia, até às loucuras partilhadas, os banhos de inverno na praia, os passeios no meio do mato e as cartas de amor... quem não as tem?
É só uma nostalgia doce, que vem de vez em quando e teima em deixar este sorriso tonto pendurado num tempo que já passou.
Beijinhos grandes aos meus amigos que sempre estiveram do meu lado nos passeios da minha montanha russa amorosa*
Desde a história louca da GNR às 2h da manhã, até ao primeiro beijo que foi recusado, mas que depois soube melhor enquanto o sol nascia na praia, até às loucuras partilhadas, os banhos de inverno na praia, os passeios no meio do mato e as cartas de amor... quem não as tem?
É só uma nostalgia doce, que vem de vez em quando e teima em deixar este sorriso tonto pendurado num tempo que já passou.
Beijinhos grandes aos meus amigos que sempre estiveram do meu lado nos passeios da minha montanha russa amorosa*
6.11.07
A caminho...
... dum sonho cada vez mais próximo! :)
P.S.: Bernardo, Parabéns!!! Que estejamos cá por muito mais tempo para celebrarmos as nossas vitórias! Beijinhooos*
P.S.: Bernardo, Parabéns!!! Que estejamos cá por muito mais tempo para celebrarmos as nossas vitórias! Beijinhooos*
4.11.07
Vidas...
Continuo a ser o teu alvo preferido, que julgas atingir em segredo, mas eu sei, eu sei o porquê da tua revolta. Não te vou dizer que estava melhor contigo, porque estaria a mentir e tu sabes a verdade.
Continuo a lutar pelo que eu quero, não penses que dei um passo à frente e dois atrás, não. Não é uma questão de orgulho, nem de conformismo, as minhas "reinvindicações" como lhes chamaste, hão-de ser sempre as mesmas, lutar por mais, por melhor, e se isso é viver em castelos de ar aos teus olhos, assim seja! Antes dar que sonhar aos adormecidos, do que viver em conformidade com todas as limitações do certo e errado.
Não considero que tenha procedido mal, não me arrependo de nada do que fiz, e as consequências que sofri, foram bem-vindas, andava a cumprir pena por uma sentença que não era minha.
Se te é mais fácil imaginar-me uma menina fútil e mimada a brincar no mundo dos "crescidos", imagina. Só tu sabes o fardo que carregas pelo que te fiz...
Para ti só te desejo uma coisa... a felicidade.
Continuo a lutar pelo que eu quero, não penses que dei um passo à frente e dois atrás, não. Não é uma questão de orgulho, nem de conformismo, as minhas "reinvindicações" como lhes chamaste, hão-de ser sempre as mesmas, lutar por mais, por melhor, e se isso é viver em castelos de ar aos teus olhos, assim seja! Antes dar que sonhar aos adormecidos, do que viver em conformidade com todas as limitações do certo e errado.
Não considero que tenha procedido mal, não me arrependo de nada do que fiz, e as consequências que sofri, foram bem-vindas, andava a cumprir pena por uma sentença que não era minha.
Se te é mais fácil imaginar-me uma menina fútil e mimada a brincar no mundo dos "crescidos", imagina. Só tu sabes o fardo que carregas pelo que te fiz...
Para ti só te desejo uma coisa... a felicidade.
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