26.2.08
Ideias espremidas e vazadas
Depois de tanto espremer as ideias da minha cabeça para os meus projectos, sobra-me pouco para deixar aqui, por hoje, por agora, ficam só estes pensamentos mais banais duma vivência corrida.
21.2.08
Pensinhos!
Não é normal, não posso acreditar naqueles anúncios simplesmente pavorosos aos pensinhos higiénicos com mulheres aos saltinhos com coisas fofas brancas, azuis e vermelhas! De certeza que estes anúncios rídiculos são feitos por homens!!!! Só pode!
16.2.08
Episódios amargos do dia-a-dia
Esta semana voltei a reviver o pesadelo, mas desta vez mais preparada, se é que há preparação possível para os amargos da vida.
Estava quase a acabar o trabalho, a fazer contas às horas, para ver se conseguia chegar ao curso sem atrasos, toca o telemóvel (outra vez, pensei eu! Porque é que ele toca sempre nas piores alturas?), más notícias, voam sempre demasiado depressa, ía para o hospital com o irmão, mais uma vez, mais uma vez... Pediu-me para ir ter com a minha avó, que tinha ficado em agonia, no desassossego do lar e depois teria de passar no hospital. Tive os meus pensamentos egoístas, e se eu não fosse? E o meu curso? Sabendo de antemão que se eu não fosse, ela ficaria sozinha, não pediria ajuda a mais ninguém, porque na realidade mais ninguém iria de boa vontade, pelo menos ninguém da família. É aqui que começam os meus sentimentos de revolta, porque é que havendo pessoas de família (que têm tantas responsabilidades como eu), eles conseguem ser egoístas e dormem descansados e eu não? Como é que podem dizer não numa altura destas e ainda cobrar depois? Como é que ainda conseguem fazer juízos de valor de uma pessoa que está incapacitada? Porque é que eu não tenho a capacidade de "desligar" e ignorar estes "episódios" como uma pessoa mais madura? Ajudava tanto aprender a lidar com estas coisas duma vez por todas.
No final da noite voltou tudo ao normal, cada um para sua casa, foi só mais um episódio... mais um, depois de um longo dia...
As minhas revoltas, essas hão-de ficar a corroer-me por dentro, injustiçadas por existirem.
Estava quase a acabar o trabalho, a fazer contas às horas, para ver se conseguia chegar ao curso sem atrasos, toca o telemóvel (outra vez, pensei eu! Porque é que ele toca sempre nas piores alturas?), más notícias, voam sempre demasiado depressa, ía para o hospital com o irmão, mais uma vez, mais uma vez... Pediu-me para ir ter com a minha avó, que tinha ficado em agonia, no desassossego do lar e depois teria de passar no hospital. Tive os meus pensamentos egoístas, e se eu não fosse? E o meu curso? Sabendo de antemão que se eu não fosse, ela ficaria sozinha, não pediria ajuda a mais ninguém, porque na realidade mais ninguém iria de boa vontade, pelo menos ninguém da família. É aqui que começam os meus sentimentos de revolta, porque é que havendo pessoas de família (que têm tantas responsabilidades como eu), eles conseguem ser egoístas e dormem descansados e eu não? Como é que podem dizer não numa altura destas e ainda cobrar depois? Como é que ainda conseguem fazer juízos de valor de uma pessoa que está incapacitada? Porque é que eu não tenho a capacidade de "desligar" e ignorar estes "episódios" como uma pessoa mais madura? Ajudava tanto aprender a lidar com estas coisas duma vez por todas.
No final da noite voltou tudo ao normal, cada um para sua casa, foi só mais um episódio... mais um, depois de um longo dia...
As minhas revoltas, essas hão-de ficar a corroer-me por dentro, injustiçadas por existirem.
12.2.08
Gizados
Hei-de soltar riscos, muitos riscos,
rabiscos, linhas, cores, ideias,
até atingir o limiar do inimaginável.
Sonharei espaços de mim em ti,
na mais perfeita harmonia.
O desejo, esse, nunca há-de se cansar,
almejará sempre mais para todos,
todos os dias.
rabiscos, linhas, cores, ideias,
até atingir o limiar do inimaginável.
Sonharei espaços de mim em ti,
na mais perfeita harmonia.
O desejo, esse, nunca há-de se cansar,
almejará sempre mais para todos,
todos os dias.
10.2.08
Manhãs de domingo
Aconchegada, acordo no quentinho fofo da manhã... ainda é manhã, vejo as horas. É domingo, fico na dormência meio adormecida a aproveitar a cama que não vai ser minha durante a semana àquelas horas... esta deve ser das coisas que mais gosto no domingo, dormir! :)
3.2.08
Imagens por palavras #2
2.2.08
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