Estava numa casa antiga no Estoril, as portas pintadas de branco, altas e estreitas. A Inês estava na cozinha, a preparar um arroz doce para uma tia, contava-lhe que tinha tido aqueles sonhos de novo, que tinha visões de locais que não conhecia, que pareciam descontextualizados e que dias depois, ou meses depois visitava um sítio qualquer que não sabia existir, e era o sítio dos sonhos.... sabia onde devia ir, a que porta bater e que se ía passar em seguida...
Acordei com a sensação que ía acontecer de novo, mas ainda não lhe contei.
25.2.09
12.2.09
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Depois dum período mais estagnado segue-se o turbilhão, o corre-corre de novo!
Como eu adoooooro andar na montanha russa da vida! Weeeee...
Como eu adoooooro andar na montanha russa da vida! Weeeee...
8.2.09
...enquanto dormia #3
Desta vez o destino foi a Índia, estávamos numa conferência sobre Arquitectura, entrega de prémios a arquitectos portugueses. O local ficava no meio duma floresta, o ar era húmido e a luz estranha. Falaram alguns dos arquitectos consagrados e quando terminou, fomos para outro poiso.
Não me lembro bem do resto, tenho a vaga ideia que passei o resto do dia de um lado para o outro no meio de acções disléxicas e estonteantes e por fim, quando acordei, estava cansada de tanto sonhar...
Não me lembro bem do resto, tenho a vaga ideia que passei o resto do dia de um lado para o outro no meio de acções disléxicas e estonteantes e por fim, quando acordei, estava cansada de tanto sonhar...
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