Nada... um profundo vazio, é o que ele deixa cada vez que me fere a alma. São feridas cravadas a ferro numa camada mole e frágil.
Não quero retorquir, essas não são as minhas armas, o ódio não pode fazer parte daquilo que construo para mim no meu caminho, não vou alimentar as mágoas com rancor. Hei-de semear o bom para colher o ainda melhor!
As feridas, essas hão-de sarar... dia após dia...
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