Não estava naquele cenário como protagonista, apenas como espectadora, só via, não sentia, não falava, só ouvia...
Imaginei-me a desenhar-lhe o rosto com a ponta dos dedos. o nariz pequeno, arrebitado, os lábios empinados a pedir um beijo de olhos fechados, expressão de miúdo reguila, gandim.
Os cheiros perseguiram-me já depois de ter abandonado as luzes cénicas do palco, arrastam-se atrás de mim como sombras e permanecem enquanto memórias guardadas no fundo dum baú.
Estou de novo a sonhar com os castelos e laços cor de rosa, mas ainda não encontrei o final feliz para a história de encantar...
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